quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Entrevista com a Engenheira Química da Braskem Aline Medeiros

Está pensando em fazer Engenharia Química em alguma universidade de Salvador? Confira a seguir o vídeo que fala sobre o curso, bem como as principais áreas de atuação em que o engenheiro químico pode atuar, em uma ótima entrevista com a Engenheira Química da Braskem Aline Medeiros. O vídeo também fala um pouco sobre o curso de Engenharia Química da FTC. Mas quem deseja fazer, também existem outras faculdades em Salvador conceituadas no mercado, tais como a Unifacs e a UFBA (Universidade Federal da Bahia). Aproveite o conhecimento.

Entrevista com o Engenheiro Cléber Wanderlei Liria

Entrevista com o coordenador do curso de Engenharia Química da Faculdade Oswaldo Cruz, o Prof. Dr. Cléber Wanderlei Liria. O coordenador graduou–se em Engenharia Química em 1991, possui mestrado também em Engenharia Química desde 1995 e doutorado em Bioquímica em 2004. Tem 18 anos de experiência em pesquisa científica, na área de Bioquímica. Em entrevista para a Reportagem FOC, Cleber explicou a atribuição que é proporcionada pelo curso, o principal objetivo da formação do engenheiro químico, o atual momento do mercado e a importância do engenheiro químico para a sociedade. Vamos conferir abaixo essa ótima entrevista.

http://www.oswaldocruz.br/conteudo_imprimir.asp?id_conteudo=17356

Sobre o curso

No currículo durante todo o curso. Com os recentes avanços da biotecnologia, os conhecimentos de biologia vêm sendo incorporados ao currículo. A partir do terceiro ano, essas disciplinas passam a ser aplicadas a processos físico-químicos, nos quais o aluno aprende a identificar as reações, a analisar e a purificar compostos químicos ea projetar equipamentos relacionados com as diversas transformações que ocorrem na indústria química. As aulas em laboratório, inclusive no de informática, ocupam parte significativa da carga horária e são fundamentais para o estudante se familiarizar com os equipamentos industriais e se preparar para enfrentar problemas reais de uma fábrica. Algumas escolas oferecem formação específica em certas áreas, como meio ambiente ou celulose e papel.

fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/engenharia/profissoes_272265.shtml

O que você pode fazer na Engenharia Química

Desenvolvimento: Criar produtos e analisar sua viabilidade técnica e econômica. Aperfeiçoar o processo de fabricação ou beneficiamento de produtos, introduzindo novas tecnologias e adaptando as que estão em operação.

Meio ambiente: Definir normas e métodos de preservação ambiental. Reciclar e tratar resíduos industriais.

Processo industrial: Planejar e supervisionar operações industriais, administrando as equipes e as diversas etapas de produção. Estudar e implantar métodos para aumentar a produtividade, reduzir custos e garantir a segurança no trabalho.

Projetos: Projetar fábricas, determinar processos de produção, instalações e equipamentos, procedimentos de segurança e a logística de estocagem e movimentação de materiais.

O mercado de trabalho

Embora a crise financeira mundial tenha impactado o mercado em que atua o engenheiro químico, já que dezenas de projetos de novas usinas sucroalcooleiras – empreendimentos que historicamente contratam esse profissional – foram deixados de lado, o cenário não é dos piores. Isso porque esse graduado costuma ser o último elo da cadeia de produção a sentir o impacto de crises, por ser responsável pelo fornecimento de matéria-prima para outras indústrias. Em épocas delicadas, o diferencial para as empresas pode ser justamente a criação de materiais mais leves, mais resistentes ou mais econômicos, e, para isso, é importante ter em seu quadro de funcionários profissionais com essa formação. Nos últimos anos tem havido boa procura pelo engenheiro químico por parte de empresas de engenharia, como a Engevix e a Promon, que, além de se dedicarem à construção civil, investiram mais fortemente na fabricação de equipamentos e maquinário industrial, visando ao abastecimento do mercado interno e internacional. Os setores petroquímicos, de papel e celulose, alimentício e farmacêutico, também mantêm demanda acentuada pelo graduado. As empresas de reciclagem e as indústrias que se preocupam com o reaproveitamento de materiais, por sua vez, oferecem oportunidades a quem atua na área de meio ambiente. Os cuidados com a natureza impulsionam a procura pelo especialista que está envolvido com o tratamento de resíduos das indústrias. Os segmentos de controle de processos, que exigem conhecimento de alta tecnologia, e de processos biotecnológicos em geral valorizam cada vez mais o engenheiro químico. Os pólos industriais do Rio de Janeiro e de São Paulo, incluindo Campinas e região, são os principais empregadores. Tem crescido ainda a demanda na Região Centro-Oeste para o trabalho com processamento de soja.

fonte: http://guiadoestudante.abril.com.br/profissoes/engenharia/profissoes_272265.shtml

Congreço nacional



O CONEEQ em São Paulo ocorrerá entre os dias 24 e 30 de Janeiro de 2010 e está sendo organizado pela Associação de Engenharia Química - AEQ A programação Acadêmica do evento fica por conta da V Semana de Engenharia Química da Escola Politécnica. A SEQEP estará em sua maior edição em 2010 para expor aos congressistas as diversas oportunidades que os engenheiros químicos encontram na cidade.

site: http://www.coneeq.com.br/

Campo de Atuação

Atualmente, a Engenharia química é aplicada em uma variedade de áreas como biotecnologia, energia, ambiental, alimentação, microeletrônica, indústrias farmacêuticas etc. Em tais indústrias, os engenheiros químicos trabalham em produção, pesquisa, projeto e desenvolvimento de processos e produtos, marketing, processamento de dados, entre outros.

fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Engenharia_qu%C3%ADmica